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 Quando olhamos o passado, não estamos voltando uma fita, mas relembrando uma dádiva de nossa passagem sobre a terra. Não se mede o tempo como se mede uma estrada, já que damos saltos gigantescos para trás (lembranças) e para frente (projetos).
Gerenciar não é viver: “tempo é dinheiro” é uma bobagem. Precisamos ter consciência de cada minuto, saber aproveitá-lo naquilo que estamos fazendo (com amor) ou apenas na contemplação da vida. O dia compreende 24 horas e uma infinidade de momentos. Se desaceleramos, tudo dura muito mais. Claro, pode durar mais a lavagem de pratos, mas por que não usar isso para pensar em coisas agradáveis, cantar, relaxar, alegrar-se com o fato de estar vivo?

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