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(…)”Podemos recomeçar daqui. Onde estávamos?””Aqui…”, e lhe dá um longo beijo. Com paixão, com amor, com sonho, com esperança, com diversão, com medo. Medo que a tivesse perdido. Medo de que, mesmo tendo lido a sua carta ela não viesse. Medo de que um outro a tivesse levado embora. Medo de que tivesse passado o capricho. E continua a beijá-la assim. De olhos fechados. Feliz. Sem medo. E com amor.

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