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A dor que corrói a nossa  alma como vermes que destróem a carne de dentro para fora , nos fazendo sofrer , um sofrer tão  intenso que sentimos a dor de um punhal dilacerando, machucando, destruindo e aprofundando cada vez mais a sua lâmina afiada em nosso corpo. Chegamos ao ápice da dor e com ela as lágrimas, os soluços, os gritos e os gemidos abafados que vão aos poucos nos sufocando, esmagando os nossos corações. Não há remédio que alivie essa dor.  Machuca cruelmente e só consequimos nos libertar  quando cavamos no fundo de nossa alma e desenterramos todos sentimentos que estavam escondidos, pois de nada adiantaria escondê-los.  Os sentimentos tem vida própria eles vêm e ficam. Não obedecem ao nosso querer. Não podemos deixá-los no fundo de nossa alma porque ela anseia por liberdade e devemos colocá-los para fora, extirpá-los com serenidade e amor. Só o amor poderá curar as feridas  de nossa alma.  O amor é o bálsamo enviado por  Deus para que nossas vidas sejam abençoadas , afastando-nos de todo o mal.  Não é com o desespero que vamos conseguir é com as nossas armas espiituais que são as nossas orações, o perdão e o amor.

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